Educação para o Bem Viver Setembro Amarelo

Setembro Amarelo é destaque em ação educativa no CEEJA!

Yellow September - Um ato de valorização à vida 

O projeto “INGLÊS COM MÚSICA” do CEEJA, realizado pelas professores de Inglês em parceria com as disciplinas de Ciências e com a Intérprete de LIBRAS, realiza no dia 17 de setembro a atividade “Yellow September – Setembro Amarelo”.

O objetivo principal é promover uma Roda de Conversa em que todas e todos participantes possam colaborar com suas experiências e troca de saberes sobre o tema junto com professores e especialistas na temática. A atividade acontece das 18h10 às 20h40 na unidade escolar CEEJA. É obrigatório o uso de máscara, bem como manter o distanciamento social e fazer o uso do álcool gel para higienização constante das mãos. As vagas são reduzidas e as inscrições precisam ser realizadas na sala de Inglês da escola.

Como surgiu e por que ele é tão importante?

O movimento Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização de prevenção ap suícidio da qual eventos e campanhas ocorrem pelo mundo todo. 

Embora o suicídio seja um assunto delicado, ele não pode se tornar um tabu.

É preciso falar e acolher para conseguir prevenir. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio em algum lugar do planeta. No mundo, chega 1 suícidio a cada 40 segundos.Ou seja, em um ano, mais de 800 mil pessoas perdem sua vida dessa maneira. Dados levantados pela instituição em 2016 também apontam que suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idades entre 15 e 29 anos. 

Diante desse cenário, fica clara a necessidade de dar mais atenção ao tema, com campanhas de conscientização e debates que possibilitem a quebra do tabu e compartilhar informações sobre o problema. Como aponta a CVV, é preciso perder o medo de se falar sobre o assunto,  E é essa a proposta do Setembro Amarelo. Iniciada no Brasil em 2015, a campanha brasileira de prevenção ao suicídio busca popularizar a discussão ajudando a identificar sinais de alerta e incentivar a prevenção. “Apesar de ser um problema de saúde pública, ainda não é tratado como tal. Então, é muito importante desenvolvermos canais de comunicação e informação para que as pessoas sintam-se apoiadas, percebam que não estão sozinhas e que existem caminhos para lidar com o seu sofrimento”, conforme aponta Thais Arantes Ribeiro, psicóloga e coordenadora do Colégio Poliedro Campinas.

Marília tem a maior taxa de mortes por suicídio do Estado de São Paulo. Os dados alarmantes foram divulgados no dia 8 de setembro  pela Fundação Seade, órgão do governo de São Paulo para análise de dados.

A pesquisa traz um amplo estudo dos casos de suicídio no Estado entre 2013 e 2014. “A situação mais grave foi encontrada nas Regiões Administrativas Central, de Marília e de Ribeirão Preto, com taxas de mortalidade por suicídio superiores a 7,5 óbitos por 100 mil habitantes”, diz o estudo. Especificamente Marília tem a maior taxa: 8,6 mortes por 100 mil habitantes. Ribeirão Preto fica em segundo lugar com 7,5 mortes por 100 mil habitantes. Um dos motivo que agravam esse quadro é a depressão causada também pelo mundo digital, da qual nem sempre as fotos mostram a realidade, as curtidas valem mais que elogios e as cobranças por produtividade são maiores. O contexto social do qual estamos vivendo tem agravado. As redes sociais mostram contextos fantasiosos. Na vida real temos uma série de outras questões a se pensar.

Co-autores: Gloriette da Silva, Fátima Simines, Veridiana Reis.

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1 comentário

  1. Edvaldo Oliveira diz:

    Foi uma atividade muito importante e educativo,pena que o tempo ter sido pouco,pois é um assunto muito interessante, importante e polêmico. Se tivéssemos mais tempo o debate seria ainda melhor,a gente aprenderia mais técnicas de prevenção de suicídios, também sobre nossos direitos a saúde e tratamento da depressão, que entre outras é uma doença que mais leva ao suicídio. Mas foi muito boa, isso deveria ser abordado não opcionalmente,mas obrigatoriamente em todas as escolas, não só do estado mas também particulares, parabéns a todos os professores envolvidos e a direção do CEEJA.

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