Escola

Afeto, diálogo e estudos

A Saúde emocional de crianças e adolescentes em tempos de pandemia

EM TEMPOS de pandemia, urge a necessidade de olhar para a saúde emocional, a partir dos afetos, do diálogo e da organização dos estudos.

Em uma família que abre espaço para o diálogo existe o encontro (SOUSA, 2010)! É no encontro, a dois, a três ou com mais membros na família, que são estabelecidas a afetividade, a ideia de pertencimento, em especial, a convivência familiar e social! Em família, quando uma situação é modificada em

Mensagem de pai para filho: A importância da presença paterna na criaçãotempos de crise, isso pode gerar
perdas, sofrimento para o indivíduo ou para sua família. Por outro lado, pode haver a construção da confiança, a reconfiguração dos papéis familiares com o fortalecimento dos vínculos afetivos e sociais. É nesse tempo e espaço que surgem a ideia de pertencimento e o desenvolvimento do ser humano de forma saudável e integral.

Quando o pai e a mãe ou responsáveis orientam uma criança, por meio do diálogo, ela compreende que a palavra substitui o ato de bater, fortalecem-se os vínculos afetivos (SOUSA, 2011a). Por meio do hábito da leitura com os pais, a criança desenvolve a afetividade pelo seu tempo de estudos. Além disso, essa prática desperta e estimula sua criatividade, sua interação familiar, humana e social.

Para o mesmo autor, quando uma criança aprende o significado do sim e do não em família, desenvolve o limite em casa na escola e em sociedade, o que seguirá como modelo de vida na sua adolescência. O adolescente quer conversar de igual para
Conversar sobre a origem familiar biológica é fortalecer os laços entre pais e filhos adotivos | Portal de Revistas da USPigual, ser valorizado no que pensa, sente, fala (SOUSA, 2011b).

Quer ser ouvido, acolhido, respeitado e amado. Uma palavra-chave, nesse momento da vida, é a negociação. Os pais precisam aprender a negociar sobre: a hora de sair e volta de casa , sobre seus gastos, sua vida de modo geral. Já na pandemia da Covid-19, a negociação muda no seu tempo de uso de celular, jogos, estudos etc.

É necessário observar também a qualidade do diálogo com atenção na família, o estabelecimento do afeto, das regras e dos limites na infância e adolescência.
Ao pensar nessa interação lúdica e de aprendizado familiar e coletivizado, Martins (2009) apresenta algumas propostas como: brincar com a criança, contar histórias, desenhar, pintar etc.; já para o adolescente, jogos, filmes, etc., o que amplia a socialização em família, fortalece a imunidade e abre espaço para a inteligência
emocional ser desenvolvida na infância e na adolescência Goleman (2012), por sua vez, enfatiza que a iVoltar para a escola para o novo conceito normal. prevenção de doenças, covid-19. crianças usando máscaras sanitárias. gesto dos professores para. relacionado ao coronavírus. Vetor Premiumnteligência emocional contribui para que o ser humano possa ser livre, a partir da consciência ante uma ação e do conhecimento sobre si mesmo, bem como da sua interação com o outro.

Sentir–se amado para saber amar o outro favorece a convivência fraterna da infância à velhice.

Então, em tempos de pandemia, é relevante pensar que quando uma criança, um adolescente, um ser humano conquista o sentido da vida, por meio de demonstrações de afetividade, do diálogo, da organização dos estudos e do conhecimento, isso a/o conduz à inteligência emocional, essencial para a construção da sabedoria.

 

FONTES:

youtube.com/watch?=go.Eda-4xTQK

Saúde | revista@cidadenova.org.br
Por João Batista Bezerra de Sousa
Vida com dignidade.

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https://www.google.com/search?q=imagen+cuidados+dos+pais+com+os+filhos

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